Atenas foi a principal cidade na Grécia Antiga durante o grande período da civilização grega. No primeiro milénio a.C., durante a Idade do Ouro da Grécia (aproximadamente de 500 a. C. a 300 a. C.) era o principal centro cultural e intelectual do Ocidente, e certamente é nas ideias e práticas da Antiga Atenas que o que nós chamamos de "civilização ocidental" tem a sua origem. Após os seus dias de grandiosidade, Atenas continuou a ser uma cidade próspera e um centro de estudos até o período tardio do Império Romano. As escolas de filosofia foram fechadas em 529 depois de o Império Bizantino ser convertido no Cristianismo. Atenas perdeu bastante o seu status. Hoje é uma cidade grande e desorganizada mas com um património extraordinário.
A Acrópole de Atenas é o mais importante sítio arqueológico da Grécia e está situado no topo de uma colina, no centro da moderna cidade de Atenas. A Acrópole de Atenas possui três templos de mármore, o Parténon, o Erechteo e o Templo de Niké. Também possui um pórtico monumental chamado Propileu. Todos os monumentos na Acrópole de Atenas foram construídos durante a época áurea de Péricles, conhecida como o Período Clássico (450-330 a C).O Parténon consagrava culto à Deusa Atena, protectora da Cidade-Estado de Atenas. Foi construído pelos arquitectos Iktinos e Kallikrates, sob a supervisão do escultor ateniense Fídias. Também existiam duas estátuas colossais da Deusa Atena, esculpidas por Fídias. Uma destas estátuas encontrava-se no interior do Templo do Parténon. Era esculpida em ouro e marfim e tinha uma altura de 12 metros. A outra estátua colossal, esculpida em bronze, encontrava-se no exterior.
Mesmo em frente do Parténon, encontra-se o Erechteo. É o templo cujas seis colunas estão esculpidas em forma de jovens raparigas, conhecidas por Cariátides.
Quase todos os monumentos da Acrópole de Atenas sobreviveram cerca de 20 séculos, 2000 anos. Sobreviveram a incêndios, sismos, invasões, guerras e conquistas. Infelizmente, contudo, não conseguiram escapar ao roubo e ao vandalismo de Lorde Elgin.
Elgin, o então Embaixador britânico em Constantinopla, tinha prevista a remoção de esculturas inteiras dos monumentos e o seu transporte para o seu país.
Elgin saqueou a maioria das decorações esculpidas nos monumentos, retirou colunas, removeu centenas de objectos, transferindo-os para Inglaterra e, em seguida, vendeu-os ao Museu Britânico, onde ainda estão expostos. Retirou estátuas do lugar onde tinham estado séculos e séculos e colocou-as em caixas de madeira. As que eram demasiado grandes foram mutiladas: cortou cabeças, pernas e braços e tudo aquilo que fosse demasiado grande para caber nas caixas de transporte. Reduziu colunas a pedaços de pedras e levou-as.
Elgin confiscou um total de 253 estátuas completas, partes de monumentos, secções de colunas, relevos de mármore, vasos e muitos outros objectos valiosos. As caixas de madeira foram colocadas no seu barco, que navegou rumo à Grã-Bretanha, em Dezembro de 1801. Pouco depois de ter levantado âncora, o navio naufragou e todas as caixas de transporte foram para o fundo do mar.
Mas Elgin era um homem decidido e sabia o que tinha a fazer. Portanto, fez o mesmo uma segunda vez. Desta vez, entre outros tesouros, até retirou umas das colunas do Erechteo, uma coluna que parecia uma jovem rapariga - uma das Cariátides. Desta vez, encheu de monumentos antigos 200 caixas de madeira para transporte. Elgin tinha total apoio do seu governo visto que ele e a sua "bagagem" viajaram para a Grã-Bretanha a bordo de um navio de guerra britânico.
Ao longo de quase dez anos este homem mutilou, destruiu e roubou peças de arte. Objectos monumentais de um extraordinário valor cultural, muitos dos quais, partes integrantes de monumentos vivos.
A Grécia está a desenvolver esforços para que os tesouros do Parténon sejam devolvidos à sua origem. A UNESCO e outras organizações internacionais descreveram exaustivamente todos os objectos tirados e esta lista faz parte da biografia mundial. A maioria dos objectos não é constituída por peças individuais mas partes integrantes de monumentos, símbolos da Civilização Ocidental.
Elgin vendeu a sua mercadoria ao Museu Britânico por 35.000 libras. E ainda está lá exposta!
Do miradouro da Acrópole pode ver-se o "mar de betão" em que Atenas se transformou mas também alguns dos seus mais importantes monumentos, como o Templo do Zeus Olímpico e a Porta de Adriano.O miradouro fica no lado Este da Acrópole e, olhando para o interior do complexo, pode ver-se o Erechteion, o Pártenon e o Prolipeo.
Pártenon
Templo de arquitectura dórica clássica, edificado no tempo de Péricles, em finais do século V a. C., após a destruição da Acrópole pelos persas, o Pártenon representa o maior templo da renovada Acrópole e o único terminado antes da Guerra do Peloponeso (431-404 a. C.).
Este templo de mármore pentélico é dedicado a Atena e está situado num ponto elevado da colina sagrada, o que lhe permite dominar toda a cidade. No interior do Templo existia uma estátua da deusa com cerca de 12 metros de altura em ouro e marfim.
Todas as partes do Pártenon foram construídas numa porporção 9:4 para que o Templo parecesse simétrico. Os escultores usavam truques visuais para neutralizar as leis da perspectiva (a base do Templo é mais alta no meio que nos extremos e as colunas inclinam-se ligeiramente para dentro).
O monumento foi inicialmente construído pelos arquitectos Ictinos e Calícrates (448-432 a. C.). Para que Péricles pudesse fazer face às enormes depesas de um projecto tão ambicioso, teve de abrir mão do dinheiro reunido pelos estados aliados dos gregos, unidos para preparar a defesa contra os persas. Esta forma de aplicar o dinheiro destinado a fins militares custou-lhe alguma popularidade e a crítica de Tucídides.
Com o cristianismo, Atena deu lugar a Nossa Senhora, e a partir de então o Pártenon foi transformado numa igreja bizantina, depois numa catedral e até numa mesquita. Em meados do século XVII (1687), os turcos-otomanos fizeram da sua cella sagrada um paiol e no início do século XIX foi pilhado por Lord Elgin, que levou grande parte das suas obras escultóricas hoje expostas no Museu Britânico.
Propileu (437 - 432 a. C.) - Porta de Entrada da Acrópole. É constituído por uma construção rectangular central dividida por uma parede em dois edifícios laterais. estes tinham cinco portas de entrada, filas de colunas jónicas e dóricas e um vestíbulo com tecto azul decorados com estrelas douradas.
Duas alas ladeiam a construção central. Na ala norte situava-se a Pinecoteca, uma galeria de arte.
Templo de Atena Nike (420 a. C.)- Santuário da deusa da Vitória, Atena, feito em mármore pentélico. Tem quatro colunas jónicas de quatro metros de altura em cada pórtico.
Diz a lenda que foi daqui que o rei Egeu se lançou ao mar, crendo que o seu filho Teseu fora morto em Creta pelo Minotauro. Na mitologia grega, Egeu assassinou o filho do Rei Minos, de Creta. Por causa disso, Atenas teve que pagar, em tributo, sete casais a cada nove anos, para serem comidos pelo Minotauro. Egeu pede a Teseu que vá matar o Minotauro. Combinou com seu filho que ele fosse com as velas negras e, caso voltasse vivo, erguesse as velas brancas. Se morresse, a tripulação levaria o corpo com as velas negras erguidas. Teseu vai a Creta e mata o Minotauro, mas, na volta, ele deixa as velas negras, e Egeu, achando que Teseu tinha morrido, se mata, jogando-se no mar que passou a se chamar Mar Egeu.
O Areópago era um conselho de membros da aristocracia ateniense. O nome "areópago" é a adaptação de areopagus, que siginifica algo como "Colina de Ares", em referência ao deus da guerra grego. Tal referência deve-se ao facto de os membros do Areópagos, por serem aristocratas, cumprirem em geral a função de guerreiros de elite em tempos bélicos, responsáveis pela protecção da cidade.
No período democrático, o areópago cumpria a função de um tribunal constituído por arcontes que, era responsável pelos julgamentos dos crimes de homicídio premeditado, envenenamento, entre outros.
Esta colina pode ser vista do lado Noroeste da Acrópole.
No lado Sul da Acrópole podem observar-se o Teatro de Herodes Ático (à esquerda) e o Teatro de Dionísio, cujo complexo inclui o Santuário de Asclépio, deus da medicina (à direita).
Situa-se num pequeno vale junto à colina Ardittós, na área originalmente ocupada pelo Estádio Panatenaico, construído por Licurgo 330 a.C.
Foi restaurado no reinado de Adriano (76-138) para os combates de gladiadores e depois reconstruído em mármore pentélico por Herodes Ático para os jogos panatenaicos de 144. Abandonado durante anos, o seu mármore foi utilizado em novas construções ou queimado para fazer cal.
Em 1985, Geórgios Avérof ofereceu quatro milhões de dracmas em ouro para a restaução do estádio a tempo de aí se realizarem os primeiros Jogos Olímpicos da era moderna, a 5 de Abril de 1896.
O primeiro templo erguido no local deve-se ao tirano Pisístrato, datando de 550 a.C. Logo depois da morte de Pisístrato, seus filhos Hípias e Hiparco o demoliram para dar lugar a uma construção maior. Com a abolição da tirania o trabalho foi interrompido, ainda incompleto. Durante o período da democracia não se fez mais nada. Em 174 a.C. a construção foi retomada, o arquiteto Decimus Cossutius alterou o projeto e acrescentou uma série de colunas na frente e nos fundos e uma nos lados, perfazendo um total de 104 colunas de 17 m de altura e 2 m de diâmetro. O seu estilo foi alterado para o jónico, e o calcário substituído por mármore pentélico. Com a morte do rei o projeto foi abandonado. Em 86 a.C., foi saqueado e algumas das suas colunas acabaram por ser usadas no templo de Júpiter Capitolino, em Roma. Augusto tentou terminar a obra, mas apenas Adriano o conseguiria. Ele acrescentou uma enorme estátua de ouro e marfim de Zeus, e adornou-o de estátuas de deuses e personificações das províncias romanas.
Recentemente o Terceiro Eforado de Antiguidades Pré-históricas e Clássicas, órgão responsável pela administração arqueológica local, unificou a área do templo com outras ruínas localizadas nas proximidades, e hoje o sítio do Olympeion inclui o templo de Zeus propriamente dito, o templo de Apolo Delfínio, o pequeno templo de Réia e Cronos, termas romanas, residências clássicas, uma basílica do século V e parte dos antigos muros da cidade.
A porta de Adriano está localizado imediatamente ao lado, onde terá escrito "Esta é a cidade de Adriano e não de Teseu".
A Ágora de Atenas foi um espaço público de fundamental importância na constituição do espaço urbano da Atenas clássica. Actualmente, encontra-se em ruínas e é considerada um dos principais espaços turísticos da cidade de Atenas e de toda a Grécia.
A Ágora tinha um papel importante na configuração da democracia ateniense e na política da cidade, sendo o local, por excelência, da manifestação da opinião pública, adequado à cidadania quotidiana.
No lado Oeste era limitada por uma sequência de edifícios públicos, cada um representando um papel diferente na vida política da cidade. No lado Leste, estava limitada por mercados e feiras livres.
A Ágora localizava-se num dos pontos mais baixos de Atenas, de forma que era possível, dali, vislumbrar com um olhar os outros três espaços importantes na constituição da política da cidade: a Acrópole (localizada no ponto mais alto), o Areópago e a Pnice.
Dois dos seus espaçoas mais importantes são a Stoa de Átalo e o Templo de Hefesto.
A Stoa de Átalo é uma das mais impressionantes stoas da Grécia antiga. Foi construída pelo rei Átalo II de Pérgamo, e recebeu dele o nome. A Stoa de Átalo é uma estrutura típica da era helenística e era um dos maiores edifícios da antiga Atenas. Mede 115 x 20 m e é feita de mármore pentélico e pedra calcária. O seu estilo misto faz um uso eficaz dos diversos estilos gregos. A estilo dórico foi usado para a colunata externa e a o estilo jónico para as colunas internas, combinação comum desde o período clássico. No primeiro andar os estilos são jónico no exterior e pergamenho no interior. Cada andar tem duas alas e vinte e uma salas. Escadarias nas duas extremidades fazem a ligação entre os andares.
O Templo de Hefesto é o templo grego antigo mais bem preservado do mundo. O templo também é chamado de Hephaesteion. Por vezes também é chamado Theseion devido a uma crença, no tempo do Império Bizantino, de que os ossos de Teseu estavam enterrados lá; na verdade, foram enterrados no séc. V a.C. num outro local perto da Acrópole.
O Templo tem todas as suas colunas intactas e conserva muito do seu tecto original. As decorações, contudo, desapareceram em décadas de pilhagens e roubos. A sobrevivência do Templo deve-se ao facto de ter sido convertido numa Igreja Cristã no séc. VII.
O interior foi removido e substituído por estruturas cristãs. Durante os séculos do Império Otomano na Grécia, o templo foi a principal igreja da Igreja Ortodoxa em Atenas.
O interior foi removido e substituído por estruturas cristãs. Durante os séculos do Império Otomano na Grécia, o templo foi a principal igreja da Igreja Ortodoxa em Atenas.
Hefesto, filho de Hera e Zeus era o deus grego do fogo, dos metais e da metalurgia.
Kerameikos é um cemitério do séc. XII a.C. Este cemitério ganhou seu nome do herói grego Kéramos, que era filho de Ariadne e Dionísio, sendo este herói considerado o inventor do ofício de oleiro. Em 478 a.C. quando as Guerras Persas estavam no fim, Temístocles decidiu construir um muro à volta da Ágora, que dividiu o cemitério em duas partes, ficando com o governo de Clístenes proibida a construção de novos túmulos na parte interna dos muros.
O Museu Arqueológico de Kerameikos é um museu dedicado a preservar principalmente os achados no sítio arqueológico de Kerameikos, embora receba peças de outras proveniências. É um museu pequeno com quatro espaços de exposição em torno de um jardim interno. O primeiro espaço e o jardim apresentam obras de escultura, enquanto que os demais são reservados para a exibição de cerâmica e de artefactos diversos. Além das salas de exposição o museu tem salas de depósito e laboratórios de restauro.
A Biblioteca de Adriano foi construída depois do ano 132. O complexo mede 120 metros de comprimento por 80 de largura. Na época incluía salas mais pequenas e um jardim com um lago, além da vasta biblioteca propriamente dita. Hoje pouco mais sobra que uma parede e um arco. Uma das grandes atracções são algumas tartarugar que por ali se passeiam e fazem os encantos dos turistas.
A Torre dos Ventos é uma torre octogonal de mármore, existente na Ágora Romana. Foi construída no séc. II a.C. pelo astrónomo sírio Andronikus Kyrrestes. Com doze metros de altura por oito de diâmetro, era coberta por um cata-vento com o desenho de um Tritão, que indicava a direcção do vento. No friso, existem relevos que representavam as oito divindades gregas para o vento: Bóreas, Kaikias, Eurus, Apeliotes, Nótos, Lips, Zéfiro e Skiron. No interior da torre havia ainda uma clepsidra.
Museu da Guerra:
1 - Friso do Templo de Apolo Epicurios
2 - Friso do Pártenon
3 - Sala de exposições
4 - Maquete da Acrópole
Colina das Ninfas:
1 - Vista para a Acrópole
2 - Prisão de Sócrates
3 - Interior da prisão
4 - Vista para a Acrópole e Monte Lykavittos
5 - Bema de Pnice
6 - Pnice
Se Atenas é o berço da democracia, Pnice é o local exacto do seu nascimento. Durante os séculos IV e V a. C. a Eclésia (Assembleia do Povo) reuniu-se aqui para discutir e votar todas as questões de Estado, excepto as mais importantes.
No seu apogeu, recebia 40 vezes por ano seis mil atenienses que iam ouvir discursos e tomar decisões políticas vitais. Temístocles, Péricles e Demóstenes falavam do alto da Bema (plataforma para oradores) ainda hoje visível. Escavada na rocha, formava o degrau superior da plataforma que servia também de altar primitivo dedicado a Zeus. Há também vestígios do enorme muro costruído para suportar os socalcos semicirculares que colocavam os cidadãos ao nível dos oradores. O muro rodeava completamente o auditório, que tinha 110 m de altura.
Um brinde a Dionísio
Dionísio era o deus grego das festas, do vinho, do lazer e do prazer. Filho de Zeus e da princesa Semele, foi o único deus filho de uma mortal.
Hera, que sentiu ciúmes de mais uma traição de Zeus, instigou Semele a pedir ao seu amante que viesse ter com ela vestido em todo seu esplendor e mostrasse a sua verdadeira forma. Semele assim o fez e o deus prometeu pelo Estige, o voto mais sagrado, que nem mesmo os deuses podem quebrar, que o faria. Zeus voltou ao Olimpo e colocou as suas vestes maravilhosas e demonstrou sua verdadeira forma. O corpo mortal de Semele não foi capaz de suportar todo aquele esplendor, e virou cinzas.
Assim, Dionísio passou parte de sua gestação na coxa de Zeus. Quando completou o tempo da gestação, Zeus entregou-o em segredo a Ino (sua tia) que passou a cuidar da criança com ajuda das Dríades, das horas e das ninfas.
Já em adulto, quando passou pela Frígia, a deusa Cíbele curou-o e instrui-o nos seus ritos religiosos. Sileno ensinou-lhe a cultura da vinha, a poda dos galhos e o fabrico do vinho.
O jovem deus atravessou a Ásia ensinando a cultura da uva. Ele foi o primeiro a plantar e cultivar as parreiras, e foi por isso que o povo passou a considerá-lo como deus do vinho. É geralmente representado sob a forma de um jovem imberbe, risonho e festivo, de longa cabeleira loira e flutuante, tendo, em uma das mãos, um cacho de uvas ou uma taça, e, na outra, um tirso (um dardo) enfeitado de folhagens e fitas. Tem o corpo coberto com um manto de pele de leão ou de leopardo. É considerado também o deus protector do teatro.
Segundo o mito, Dionísio ordenou a seus súditos que lhe trouxesse uma bebida que o alegrasse. Trouxeram-lhe néctares diversos, mas Dionísio não se sentiu satisfeito até lhe oferecerem o vinho. Quando a bebida tocou os seus lábios, sentiu a maciez do corpo do vinho e percebeu o seu sabor único, suave e embriagador.
De tão alegre, Dionísio fez com que todos os presentes brindassem com as suas taças, e ao som do brinde pôde ser ouvido por todos os campos daquela região. A partir daí, Dionísio passou a abençoar e a proteger todo aquele que produzisse bebida tão divinal, sendo adorado como deus do vinho e da alegria.
Museu de Arqueologia Nacional
O Museu Arqueológico Nacional é o maior museu da Grécia e um dos grandes museus do mundo.
As suas vastas colecções, com mais de 20 mil peças, fornecem um panorama da civilização grega a partir do início da Pré-história até ao fim da Idade Antiga.

O museu está alojado num imponente edifício neoclássico do final do século XIX, que foi desenhado por L. Lange. Com inúmeras galerias em cada num total de 8 mil metros quadrados, tem sete grandes coleções permanentes.
Teatro de Dionísio - É considerado o berço da tragédia grega e foi o primeiro feito de Pedra. A construção em pedra, que ainda podemos admirar hoje em dia, é de cerca de330 a.C.
Por cima há uma gruta consagrada à deusa Artemisa.














Muito interessante. Para mim que estudo grego, este blog virou referência pelas fotos, informações, etc.
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